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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Dia de Espiritualidade
Na manha do dia 26 de abril (terça- feira), tivemos uma manhã de Espiritualidade, conduzidas pela Irmã Josulia, SRC ( Irmãs Servas Rainha dos Corações), ela trabalhou as promessa dos corações e Jesus e Maria, e a noite em nossa casa tivemos à Santa Missa, e um momento de Adoração, encerrando com um jantar fraterno.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
A Beleza da Vida Consagrada.
“Como é bom para os irmãos viverem juntos”. Viver a vida consagrada com certeza exige muito de cada um. Exige capacidade de renúncia, de sacrifício, de doação. Exige, acima de tudo, um desejo profundo de querer agradar somente Deus.
Quando somos chamados a viver os passos de Cristo casto, pobre, obediente, significa que também estamos aderindo ao plano de salvação que Jesus assumiu, isto é, passar pela paixão e morte de cruz. Não temos como fugir desta realidade. Mas a vida consagrada não é só isso. Tem a sua beleza, a sua alegria, e a verdadeira felicidade, pois quando estamos na vontade de Deus, não podemos caminhar por outro caminho.Qual é a beleza da vida consagrada? A beleza da vida consagrada está na vivência dos conselhos evangélicos, de nos assemelhar a Cristo na sua santidade, na sua humanidade.
A beleza está em ser canal de salvação para o outro. Ser a luz que ilumina, aquece, que dissipa todas as trevas daquele que está ao nosso lado; daquele que não conhece a sua verdadeira identidade de filho de Deus. A nossa face não resplandece morte, mas vida, vida em abundância. Somos impulsionados a viver a dinamicidade do amor; o amor que nasce do Coração de Jesus que penetra no fundo da nossa alma e incendia de amor o nosso coração.
A alegria de ser de Deus é visto por todos, a partir do momento que não deixamos que a tristeza, a decepção, as dores e sofrimentos escravizem a nossa alma. Somos livres para ser o que realmente somos: filhos amados de Deus. A alegria está em fazer a vontade de Deus, de sermos obediente a sua voz, mesmo que sejamos ridicularizados, desprezados, maltratados. Como disse S. Francisco ao irmão: a verdadeira alegria está em tudo sofrer por amor a Cristo e sua Igreja.
A alegria não está na pregação espetacular que se possa fazer, nas coisas que alcançamos, ou nas vitórias que conquistamos com a nossa missão. A alegria está na obediência ao evangelho, em fazer sempre a vontade de Deus, em ter um coração que está em conformidade com o coração de Deus.Com certeza você já deve ter perguntado a milhares de pessoas se elas são felizes. Agora pergunto a você: Você é feliz? Por quê? O que é felicidade para você? Para aqueles que se consagram ao serviço do Senhor, a felicidade está na sua consagração. Sou feliz, você é feliz somente se estivermos na vontade de Deus, por isso, é importantíssimo descobrir, em oração, qual a vontade de Deus para a nossa vida. É a cada dia perguntarmos ao Senhor: Qual a sua vontade para mim? É claro que sem medo da resposta, porque pode ser que ela venha diferentemente daquilo que sonhamos, queremos ou planejamos.
Somos felizes quando estamos na missão que Deus preparou para nós; na vocaçâo que o Ele sonha para nós, seja ela sacerdotal, religiosa, leiga... Em síntese: somos felizes quando descobrimos a nossa verdadeira identidade, isto é, identidade de filho de Deus, dentro de uma vocação espícifica e de um carisma, acolhendo a nossa feminilidade ou masculinidade como algo natural e uma bênção de Deus, dentro de uma família preparada pelo Senhor. Assim como podemos dizer que viver o nosso chamado é fazer um caminho de pedras, de cruzes e só sofrimento.
Isso é um mito que o mundo criou e que muitas pessoas acreditaram como verdade. Ser um consagrado, uma consagrada, um homem ou mulher a serviço da Igreja de Cristo e dos irmãos é realmente maravilhoso e uma bênção.
Não existe tesouro maior, mesmo com as dificuldades que enfrentamos a cada dia, e que são naturais. Não deixe a graça de Deus passar, não deixe a voz do Senhor se calar dentro do seu coração por causa do medo, da insegurança diante da cruz e das renúncias de si mesmo que se faz por amor a Deus. Mas diga o seu sim a este projeto de salvação que o Senhor prepara para você.
fonte:http://luzdavida.org.br/

sexta-feira, 17 de julho de 2015
Sobre a vida religiosa consagrada
Com a expressão Vida Religiosa Consagrada nos referimos a certos cristãos – homens e mulheres – que vivem uma forma especial de seguimento a Jesus Cristo. Vivem em comunidade. Cultivam a oração. Meditam a Palavra de Deus. E participam na missão evangelizadora da Igreja, com especial atenção aos que foram os preteridos de Jesus; pobres, enfermos, pequenos...Os que abraçam essa forma de vida, não casam, vivem pobremente, e obedecem a regra e constituições próprias do Instituto a que pertencem.
Olhando mais de perto. A Vida Religiosa é uma forma de pertença a Deus e a Cristo, uma adesão amorosa ao Evangelho e ao Reino de Deus. Pode parecer estranho, mas a iniciativa dessa escolha não é da pessoa, mas de Deus. A pessoa sente-se chamada, atraída, envolvida pelo amor de Deus que a solicita. E a certa altura a pessoa se dá conta que esse amor é tudo, vale tudo, merece tudo, está acima de tudo. E então “se rende”. Entrega-se, deixa-se conduzir, coloca-se ao seu dispor: “Senhor, que queres que eu faça?”
Este processo – que tem sabor de enamoramento mas também de luta crucial – culmina na consagração. A consagração, mais do que gesto humano, e gesto de Deus, dom de sua graça, obra de seu amor. A ponto de o consagrado poder dizer como Jeremias: “Tu me seduziste, Senhor, e eu me deixei seduzir. Foste mais forte do que eu e me venceste no teu amor!” (Jer 20,7).
Vida Consagrada é, pois, vida no seguimento de Cristo, que implica partilha de sua vida, seus riscos e esperanças, suas preocupações, seu projeto existencial, suas atitudes vitais e totais, entre elas, a da castidade, pobreza e obediência.
São Francisco e Santa Clara apontam como centro de sua regra: observar o Santo Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo e seguir suas pegadas. E as pegadas de Jesus levam na direção do povo, exercitam na convivência fraterna, na missão apostólica, na prática da misericórdia.
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